O ERRO NO
ATUAL CALENDÁRIO E AS 13 ESTAÇÕES
LUNARES
A origem do nosso calendário atual data de mais de
5.000 anos (por volta de 3.187 ac.). Foram os egípcios, os babilônios e os
Sumérios ( 1ª civilização depois do dilúvio universal) que conceberam o
calendário de 12 meses do qual o calendário gregorino atual é a última versão.
Hoje usamos um calendário de 12 mêses, ou seja,
retiraram 1 mês (1 Lua). Dessa forma passaram o calendário para apenas 12
estações lunares, justamente para desconectar a população da sincronicidade
cósmica das 13 luas, com intervalos de 28 dias entre elas.
O calendário atual não tem mais a sincronicidade do
13 e sim de 12 pulsares, isso fez com que a frequência tetraédrica (1) das
células de todos os seres vivos, não correspondessem mais em relação aos raios
sincronizadores da Terra, tirando a humanidade da frequência do cosmo, bloqueando as percepções extra-sensoriais
(intuição, telepatia, terceira visão e etc.), a sensibilidade das pessoas , a
capacidade de perceber, confundindo a consciência e razão , em virtude da queda
do campo eletromagnético da Terra.
Pesquisas científicas indicam que a 30 anos o campo
eletromagnético do Planeta era de 11 graus, passou para 4 graus e hoje etá em
1,3 graus. Quanto mais baixo o campo eletromagnético, mais confusas, loucas e
conflituosas ficam as pessoas. Isso é explicado graças ao cristal de apatita
presentes na nossa glândula pineal (2), localizada perto
do centro do cérebro. Estes cristais vibram conforme as ondas
eletromagnéticas que captassem, ou seja, são diretamente influenciadas pelas
ondas eletromagnéticas que a Terra emite.
Se não
acompanharmos a sincronicidade dos raios cósmicos, a tendência é cada vez mais
piorar a consciência e razão, e o grau de espiritualidade.
O calendário Maia utiliza ciclos de 13
meses lunares com 28 dias cada mês, ou seja, consideram a 13ª tribo (3) do
Zodíaco.
As
mulheres hoje menstruam em períodos diferentes, cada uma num período. Na
realidade deveriam ter uma sincronicidade, todas no mesmo período. A mesma
coisa os homens, o campo astral criativo do homem deveria estar também muito
bem sincronizado com as 13 estações lunares.
Essa foi
a intenção de terem tirado o 13º signo. Tirar a magia, o encanto das mulheres,
a influência em relação à humanidade, pois a Energia Feiminina superaria vários
fatos, várias dificuldades aqui da Terra.
Com o
bloqueio da Energia Feminina, não há uma produção correta das substâncias
químicas produzidas pela pineal e pituitária (principais glândulas geradoras de
energia dos chacras). Como sonsequência a depressão é o 1º sintoma, em seguida
vem o medo, o pavor, pânico, pesadelos, fobias, inseguranças, incertezas,
conflitos e finalmente somatizam para o físico em doenças.
Se
estivéssemos conectados com as estações lunares, se o nosso ritmo, nossa
conscência, principalmente o nosso sono, e o biorritimo estivessem conectados
com as estações lunares ( as mesmas como as que estavam no calendário Mais de
13 estações lunares), a humanidade não estaria neste caos atual.
(1)
Frequência tetraédrica : Alguns estudos indicam que a frequência de
vibração universal para todas as moléculas, inclusive a de água, é o formato
tedraédrico. Tanto os cristais, principalmente os de quartzo que são tetraedos
de Sília e Oxigênio (SiO2), quanto as pirâmides, do Egito por exemplo, tem esse
formato, para sincronizarem-se com o Cósmos.
(2)
Glândula Pineal: é o
principal órgão do corpo, possuidor de dois chacras ou centros de energia
responsáveis pelo desenvolvimento extra-físico, comoreceptores e transmissores de energia vital: o chacra do terceiro olho, central na
testa, acima da altura dos olhos, e o chacra coronário, mais superior, também
na cabeça.
(3)
13ª tribo: No zodíaco temos 12 signos,
cada um representando uma constelação.
Mas existe o 13º que está relacionado com as Amazonas que vinheram depois.
Seria a Serpente (kundaline?), depois de escorpião, que é a 13ª tribo das
Deusas e Semi-Deusas, que superam todas as outras.
FONTE: Apostila elaborada pelo presidente da
Associação Projeto Portal, ufólogo e pesquisador, Urandir Fernandes de
Oliveira.
